quarta-feira, 24 de novembro de 2010

"Dez condutas maçônicas que, certamente, contribuem positivamente e protegem a nossa ordem das ações e das influências dos infiltrados:

1) Sirva à instituição e não à pessoas;



2) Quando for divergir, seja de idéias, propostas e condutas, mantenha-se imparcial e com honestidade, deixando de lado simpatias ou antipatias pessoais;



3) Chame sempre para você a responsabilidade de proteger e defender a instituição, não esquecendo que os nossos maiores inimigos, infelizmente, vestem avental;



4) Não se venda por medalhas, títulos, cargos, alfaias e elogios;



5) Quando for indicar um candidato, não seja um corretor de avental;



6) Seja parceiro fiel e leal da verdade e da justiça, assumindo a inteira responsabilidade do que falar, escrever ou fazer;



7) Nunca se esqueça que os exemplos falam mais do que palavras e que os Aprendizes, Companheiros e Mestres mais novos precisam de referências;



8) Não seja Maçom oportunista ou inconseqüente, pois baixaria, truculência e contestação infundada e mentirosa não são compatíveis com as nossas virtudes e princípios, maculando os Templos Maçônicos;



9) Não olhe para um Irmão como se fosse seu superior hierárquico, porém respeite as autoridades maçônicas legalmente constituídas, bem como, se for necessário, exija delas, usando os caminhos e meios legais maçônicos, que desempenhem os seus cargos com dignidade, probidade, humildade e competência, pois não estarão fazendo mais do que sua obrigação;



10) Seja um obreiro útil, humilde, dedicado, competente, de atitude e instruído nos augustos mistérios da Arte Real, pois, caso contrário, poderá ser manipulado e inconscientemente prestar serviços para aqueles pseudo maçons que representam a anti-maçonaria.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Lema do Maçom:

Lema do Maçom:

Liberdade: coloca o homem numa posição do querer e do poder.
Igualdade: infunde no homem a obrigação de respeitar seu semelhante, seja ele quem for.
Fraternidade: dá ao homem uma maneira certa de cultivar o amor.

sábado, 13 de novembro de 2010

EGREGORA

Há poucos anos, não se conhecia a EGRÉGORA nem tampouco eram feitas as referências. Surgiu dentro das Lojas Maçônicas, por ocasiões atravès da compreensão e da existência do misticismo.

A Maçonaria Brasileira, difere em muito da Européia e Norte Americana. O brasileiro adaptou o ritual iniciático para as sessões administrativas e econômicas. O ritual iniciático é desenvolvido para as iniciações exclusivamente, nas Sessões Magnas de Iniciação que são previstas e programadas para os novos candidatos.

Ordinariamente, uma vez por semana, os irmãos se reunem,o Venerável Mestre abre ritualisticamente os trabalhos, e é apresentada a Ordem do Dia, e os assuntos são tratados de um modo geral. Uma pausa é feita no Átrio, ¨¨desarmados¨¨ os espíritos conclamados por admoestação fraternal do irmão Mestre de Cerimônia e em marcha adequada os irmãos adentram ao Templo. Após as primeiras providencias para considerar a Loja coberta é transmitida a Palavra Sagrada, os Ir.: Mestre de Cerimonia e Diáconos chegam ao altar e é procedida a cerimônia de abertura do Livro da Lei da forma conhecida e convencional. As Lojas mais espiritualizadas emprestam à cerimônia um fundo musical adequado e a luminosidade passa a ser mais amena e todos de pé, o Oficial encarregado faz a leitura do Livro Sagrado. Esse é um momento de expectativa.

Os Irs.: videntes notam a formação de um Ser Espiritual,com semelhança ao ser humano, com características angelicais, envolto em nuvens diáfanas, cresce e cobre a todos os presentes permanecendo, em flutuação tenuamente visível , sem perturbar, em face dos seus mistérios.

È um corpo espiritual que se forma e seus componentes são tirados da Aura de cada um dos irmãos presentes. “É A EGRÉGORA”, é o mistério que faz de cada um, um só ser, todos os Maçons passam a uma individualização única, é a harmonização dos pensamentos, das idéias dos propósitos, é a Aura geral, o esplendor único, é a transformação de um corpo físico em um corpo místico, é a fusão de todos numa corrente divina.

A EGRÉGORA é um ser real que permanece, enquanto o Livro Sagrado estiver aberto. E este corpo divino, místico esotérico e diáfano, faz parte da cobertura celestial, é a proteção real. Não há mais do porque de um Ir.: manter com outro Ir.: qualquer dissonância, pois todos passaram a formar um só corpo, fundidos e imersos na EGRÉGORA.

A Egrégora não constitue um momento de simplicidade, mais ao contrário é um momento mais difícil que pode surgir. Contudo, adiantamos, que nem sempre ao ser aberto o Livro Sagrado é formada a Egrégora, é preciso em primeiro lugar que todos os presentes sejam realmente Maçons. O Ir.: Vigilante, desce do seu trono por ordem do Venerável Mestre, para cumprir o seu segundo dever, percorre as colunas, fixa o seu olhar nos olhos dos Irmãos, e ele sabe que todos pertencem à Ordem, conhece um a um, todos revestidos com o seu Avental, todos mantém a postura adequada e todos se mostram compenetrados.

Mas porque é preciso, então o Ir.: Vigilante os observar para afirmar que se tratam de Irmãos Maçons? É que ser Maçon não significa ser membro da Loja, ele precisa estar capacitado a unir-se aos demais para formar a Egrégora. Se o Ir.: Vigilante vislumbrar no olho do Ir.: qualquer sinal de malquerença , de resíduo de má vontade, para qualquer Irmão presente, ele de imediato dirá em voz alta e bom som: “ Nem todos os presentes são Maçons”. O que poderá acontecer? Não temos a resposta, porque ainda achamos prematuro, dizer que os Vigilantes não sabem cumprir o seu segundo dever,e por este motivo nem sempre a Egrégora se forma.

Então teremos uma sessão tumultuada, muito semelhante às reuniões profanas.

Ir.: que dirige os seus passos para freqüentar a Loja, já deve proceder a um exame de consciência, se ele contiver em si, qualquer malquerença ou desamor, é preferível que não vá à Loja.

Se porém conseguir vencer estes defeitos, então nos momentos de estada no Átrio, retornando a sí, reveste-se de uma atitude corajosa, passando a dedicar amor fraternal a quem julgava desamar.

È difícil mas não é impossível. Para participar da Egrégora, vale a pena o desprendimento, a tolerância e a sufocação dos impulsos profanos que residem ainda dentro de si.

É preciso vencer a oposição. “A Egrégora é uma dádiva que a Maçonaria propicia aos seus adeptos e em lugar algum o homem comum isso o conseguirá”.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A MINHA LOJA MÃE

Oh! Supremo Arquiteto do Universo.
Faça que minhas decisões, meus dias, meus pensamentos, sejam os exatos reflexos dos seus ensinamentos. E eu possa, assim, caminhar com integridade... Quando fizer algo em favor dos outros, que meu nome seja simplesmente, como os demais citado. Sendo em tempo algum, jamais exaltado, pois, apenas estarei cumprindo minha obrigação de Maçom.
Supremo Arquiteto do Universo.
Fazei com que eu não me sinta inebriada por nada, que minhas palavras brotem do fundo do meu coração e não sejam, simples arranjos de letras fabricados em meu cérebro e transmitidas, apenas para causar comoção!!!
Não permita que meu ego aprenda a conjugar somente a primeira pessoa do singular. Incute em meu ser, o sentido do “nós”!!!
E que muitas ações sejam corretas e se difundam, brandamente. Por intermédio da minha voz. Se um dia detiver o poder em minha vida profana, que seja ela mansa, digna, Que eu não imponha regras quando ajudar a um irmão, pois deverei fazê-lo com carinho, desprendimento, empolgação, não permita que eu não aprenda a julgar... Ensina-me a perdoar, a não guardar ódio em meu coração, pois se assim não for, serei apenas mais uma na multidão.
Sentimentos como a pedra cúbica e a vaidade, afaste-os do meu caminho, pois, caso contrário é certo que um dia estarei sozinho.

E assim, quando limite máximo me for imposto, que a serenidade esteja presente em meu rosto, que a alegria do dever cumprido esteja presente. Aí então, os amigos haverão de lembrar que pela repetição dos meus atos, colecionei e emoldurei todos os fatos, se não fiz melhor, ao menos tentei. Não importa que eu seja, aprendiz, companheiro, mestre ou venerável, devo trazer o rosto sempre afável, pois esta é a verdadeira razão...
Gestos, sinais, simbologias, para dar sentido às nossas vidas, muitas vezes, vazias. É por isso que nos reunimos... Para tratarmos de assuntos que elevam o espírito, para polirmos nossas pedras brutas, para vivermos em paz, para vencermos nossas lutas...
Combater o despotismo, a tirania, os vícios humanos, referimo-nos aos de fora como profanos, e muitas vezes, cometemos as mesmas e velhas falhas!!!
Supremo Arquiteto, obrigado pela oportunidade que eu tive, obrigado pelos irmãos e irmãs que ganhei, e, especialmente, por esta vida que passei!!! Se outra oportunidade me fosse dada, se outra vida pudesse ser vivida, se tivesse opção de escolher, seria eu novamente um membro dessa Loja, onde se aplicam normas de consciência e retidão, e, assim, teria eu novamente a chance de poder dizer que fui um verdadeiro Maçom!!!

Que minha Loja Mãe seja abençoada por G.'.A.'.D.'.U.'.
FILHOS DA VIÚVA - FILHOS DA LUZ



É como se autodenominam os maçons. Existem duas explicações para a origem da expressão. *A primeira é relacionada com a lenda de Osíris, mito solar egípcio, decalcada em outras lendas mais antigas, como a do deus agrário Dumuzi, dos sumerianos. Foi Plutarco quem transmitiu, no primeiro século da era cristã, a melhor versão da lenda de Osíris, confirmada, posteriormente, pela tradução dos textos hieroglíficos. A lenda é tipicamente decalcada nos mitos solares, pois, de acordo com ela, Osíris foi assassinado no 17º dia do mês Hator, que marcava o começo do inverno. A lenda, assim, do ponto de visto místico, mostra o Sol (Osíris)> morto pelas forças das trevas (Set), deixando viúva a Ísis, para renascer, posteriormente, completando um novo ciclo, também representado pelas sucessivas mortes e renascimentos dos vegetais, de acordo com a influência solar.Os Maçons, identificando-se com Hórus, são os filhos da viúva Ísis, a mãe-Terra, privada do poder fecundante do Sol (Osíris), pelas forças das trevas.A segunda explicação para a origem da expressão está ligada à lenda de Hiram, largamente baseada na lenda de Osíris e em outros mitos da antiguidade. O artífice fénício Hiram construtor do templo de Jerusalém, segundo a lenda (mas, na realidade, um entalhador de metais, responsável pela confecção das colunas e das bacias necessárias ao culto), era filho de uma viúva da tribo de Neftali.Knight e Lomas avançam a teoria de que Hiram Abif era, na realidade, Sequenere Tao II, o verdadeiro rei egípcio que viveu em Thebas, cerca de 640 kilómetros a Sul de Hyksos, capital de Avaris, perto dos limites do reino de Hyksos. Sequenere era o "novo rei do egipto, que não conhecia José", que foi vizir por volta de 1570 A.C. Apophis, especula-se, quereria conhecer os rituais secretos de Horus, que permitiam ao faraós transformarem-se em Osiris na morte e viver eternamente como uma estrela. Apophis enviou homens a seu soldo para extrair a informação de Sequenere, mas ele mais facilmente morreria com violentas pancadas na cabeça antes de contar alguma coisa; na verdade, foi o que aconteceu. A identificação de Hiram Abif como sendo Sequenere baseia-se no crânio da múmia, o qual parece ter sido esmagado por três golpes aguçados, como os que foram deferidos em Hiram Abif. E quanto aos assassinos descritos no folclore maçônico como Judeus? Knight e Lomas sugerem que estes serão dois dos irmãos expatriados de José, Simeon e Levi, auxiliados por um jovem padre de Thebast. Como prova, Knight e Lomas apontam a múmia encontrada ao lado da de Sequenere. O corpo não embalsamado pertencia a um jovem que morreu com os orgãos genitais cortados, e com um estertor de agonia no rosto. Teria ele sido enterrado vivo como castigo pelo seu crime? Os rituais maçónicos referem Hiram Abiff como o 'Filho da Viúva'... na lenda egípcia, o primeiro Horus foi concebido após a morte de seu pai, pelo que a mãe já era viúva mesmo antes da concepção. Parece lógico que, todos os que, daí em diante, se tornaram Horus, os reis do Egipto, se apelidaram de 'Filho da Viúva'" ."A lenda do Mestre Construtor Hiram Abiff é a grande alegoria maçônica. Na realidade, a sua história figurativa é baseada numa personalidade das Sagradas Escrituras, mas os seus antecedentes históricos são de acontecimentos e não da essência; o significado reside na alegoria e não em qualquer facto histórico que possa estar por detrás. Para o construtor iniciado, o nome Hiram Abiff significa Meu Pai, o Espírito Universal, uno em essência, três em aparência.' Ainda que o Mestre assassinado seja o estereotipo do Mártir Cósmico – O Espírito crucificado do Bem, o Deus moribundo – cujo Mistério é celebrado por todo o mundo. Os esforços levados a cabo para descobrir a origem da lenda de Hiram demonstram que, apesar da forma relativamente moderna de representação da lenda, os seus princípios fundamentais remontam a uma longínqua Antiguidade. É habitualmente reconhecido pelos estudiosos maçônicos que a história do martirizado Hiram é baseada em antigos rituais egípcios do deus Osiris, cuja morte e ressurreição retratam a morte espiritual do Homem e sua regeneração através da iniciação nos Mistérios. Hiram é também identificado com Hermes através da inscrição na Placa de Esmeralda. Os "Filhos da Viúva" - Outros entendimentos Pode-se dizer, escreve Persigout, que os Maçons eram os filhos da viúva , isto é, da Natureza sempre virgem e fecunda. Dá-se esse nome aos franco-maçons, diz Gédalge, em memória da viúva que foi mãe do arquiteto Hiram. Mas Ísis, a "Grande Viúva" de Osíris, procurando os membros esparsos de seu esposo, também é considerada a mãe dos Franco-Maçons que, seguindo-lhe o exemplo, procuram o corpo de seu Mestre Hiram, assassinado pelos três maus Companheiros, que simbolizam os vícios capazes de aniquilar o Ser : a Inércia, a Sensualidade e o Orgulho. Quando, portanto, em dezembro, afirma Ragon, o sol hibernal parece deixar nossos climas para ir reinar no hemisfério inferior, parecendo, para nós, que ele desce ao túmulo, então a natureza fica viúva de seu esposo, daquele de quem ela recebe, todos os anos, alegria e fecundidade. Seus filhos ficam desolados; é, portanto, com muita razão que os maçons, filhos da natureza, e que, no grau de Mestre, revivem essa bela alegoria, se chamam filhos da viúva (ou da Natureza); como no reaparecimento de deus, eles se tornam os filhos da luz. Segundo essa interpretação, acrescenta Ragon, devemos concluir que Hiram, arquiteto do templo de Salomão, ao se tornar o herói da lenda maçônica, é Osiris ( o sol) da nova iniciação; que Ísis, sua viúva, é a Loja, emblema da terra, e que Órus, filho de Osíris (ou da luz) e filho da viúva, é o Maçom, isto é, aquele que mora na loja terrestre. Para outros autores, a Franco-Maçonaria é Viúva desde que Jacques de Molay, grão-mestre dos Templários, foi queimado.A palavra "viúva" vem do latim vidua, e significa propriamente vazio, privado de. A palavra vazio tem o sentido de espaço e não de vácuo. Nessa acepção, a expressão os "Filhos da Viúva" significaria os "Filhos do Espaço" e, como o Espaço é símbolo de Liberdade, os Franco-Maçons seriam igualmente os "Filhos da Liberdade. Mas a "Viúva" é caracterizada por um véu negro e então simboliza as Trevas que, como dissemos acima, são inerentes ao Espaço. Esse é o motivo pelo qual os maçons são ao mesmo tempo os "Filhos da Viúva" e os "Filhos da Luz". Eles são "Filhos do Mundo das Trevas", mas, no seio do mundo, manifestam-se como os "Filhos da Luz".

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O Maçom é J.·. e P.·. quando...

1. Sobe a Escada de Jacó pelas Iniciações da Vida sem ferir os Irmãos neste percurso;

2. Realiza o sonho de desbastar pelo pensamento e pelas ações as arestas dos vícios e

da insensatez;

3. Socorre o Irmão nas dificuldades, chora com ele as suas angústias e sabe comemorar

a seu lado as suas vitórias;

4. Reconhece nas viúvas e nos órfãos a continuidade do Irmão que partiu para o Oriente

Eterno;

5. Vê na filha do Irmão a sua filha e na esposa do Irmão, uma Irmã, Mãe ou Filha;

6. Combate o fanatismo e a superstição sem o açoite da guerra mas com a insistência da

palavra sã;

7. É modelo da eterna e universal justiça para que todos possam concorrer para a felicidade comum;

8. Sabe conservar o bom senso e a calma quando outros o acusam e o caluniam;

9. É capaz de apostar na sua coragem para servir aqueles que o ladeiam, mesmo que lhe falte o próprio sustento;

10. Sabe falar ao povo com dignidade ou de estar com reis e presidentes em palácios suntuosos e conservar-se o mesmo;

11. Sendo religioso e político respeita o direito da religião do outro e da política oposta à sua;

12. Permite e facilita o desenvolvimento pleno das concorrências para que todos tenham as mesmas oportunidades;

13 Sabe mostrar ao mundo que nossa Ordem não é uma Sociedade de Auxílios Mútuos;

14. Dominado pelo princípio maior da TOLERÂNCIA suporta as rivalidades sem participar de guerras;

15. Abre-se para si e permite que outros, vendo-o, sigam-no no Caminho do Conhecimento e da Iniciação;

16. Conforma-se com suas posses sem depositar inveja nos mais abastados;

17. Absorve o sacerdócio do Iniciado pela fé no Criador, pela esperança no melhoramento do homem e pela caridade que abrir-se-á em cada coração;

18. Sente a realidade da vida nos Sagrados Símbolos da Instituição;

19. Exalta tudo o que une e repudia tudo o que divide;

20. É Obreiro de paz e união, trabalhando com afinco para manter o equilíbrio exato entre a razão e o coração;

21 Promove o bem e exercita a beneficência, sem proclamar-se doador;

22. Luta pela FRATERNIDADE, pratica a TOLERÂNCIA e cultiva-se integrado numa só família, cujos membros estejam envoltos pelo AMOR;

23. Procura inteirar-se da verdade antes de arremeter-se com ferocidade contra aqueles que julga opositores

24. Esquiva-se das falsidades inverossímeis, das mentiras grosseiras e das bajulações humanas;

25. Propõe-se sempre a ajudar, amar, proteger, defender e ensinar a todos os Irmãos que necessitem, sem procurar inteirar-se do seu Rito, da sua Obediência, da sua Religião ou do seu Partido Político;

26. É bom, leal, generoso e feliz, ama a Deus sem temor ao castigo ou por interesse á recompensa;

27 Mantem-se humilde no instante da doação e grandioso quando necessitar receber;

28. Aprimora-se moralmente e aperfeiçoa o seu espírito para poder unir-se aos seus semelhantes com laços fraternais;

29. Sabe ser aluno de uma Escola de Virtudes, de Amor, de Lealdade, de Justiça, de Liberdade e de Tolerância;

30. Busca a Verdade onde ela se encontre e por mais dura que possa parecer;

31 Permanece livre respeitando os limites que separam a liberdade do outro;

32. Sabe usar a Lei na mão esquerda, a Espada na mão direita e o Perdão à frente de ambas;

33. Procura amar o próximo, mesmo que ele esteja distante, como se fosse a si mesmo.