quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Maçom.

Se a Augusta e Soberana Maçonaria, em sua sublime missão, oferece uma senda de aperfeiçoamento moral e espiritual, que nem sempre é oferecida ou atendida pela religião, ao pesquisador sério, que se depara com a dificuldade de aceitação de doutrinas dogmáticas que estão muito aquém do que a lógica permite, deve-se abrigar com o respeito tradicional aqueles que buscam na Ordem, o lenitivo para a alma aflita... E suas fileiras procuram.



O declínio contínuo da religião organizada no ocidente, exacerbada pelo ceticismo científico a respeito da sua necessidade de acreditar em milagres, excluiu muitos seguidores, dos reais benefícios do crescimento espiritual. O vácuo deixado por este declínio das igrejas moderadas, fora preenchido por inescrupulosos atores religiosos, que no mínimo se mostraram oportunistas, do alto do púlpito a extorquir seu próximo, com a venda do paraíso e de graças, como se o Altíssimo a venda estivesse. E, jogaram na descrença, os verdadeiros sacerdotes, missionários das máximas Crísticas. Máximas estas, que pulsam na perfeita harmonia do Universo ante o equilíbrio de leis imutáveis, cujo sublime objetivo é a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade entre os povos, tornando o mundo um mundo melhor, uma verdadeira Jerusalém Celestial, sob os auspícios do Grande Arquiteto do Universo!



A Maçonaria oferece um banquete tolerante, inclusivo e espiritual para a sede íntima que todos sentimos. Ela, seguindo seu método tradicional, declara que todo aspirante, ou aprendiz, deve procurar e encontrar um Mestre, e este, devera em verdade ser uma amigo, um irmão “Etiam vere Amicus et Frater” que dê ajuda compatível à sua necessidade espiritual e pessoal, mitigando-lhe a sede de saber, conduzindo-o ao primeiro degrau, da longa Escada de Jacob. E, isto não é apenas um dever moral de todo Maçom, mas sim um dever de obediência ao principio espiritual que declara solene;Que aquele que recebe graciosamente, precisa e deve conceder da mesma maneira, conforme nos ensinou o Sublime Nazareno.



“Não deixes para a tarde o que podes fazer pela manhã. A vós confio” Assim, pois, se aquele te procura, atenda-o e o conduz a senda da luz, afinal, “Quando o discípulo estiver pronto, o mestre virá”. Lembre-se sempre, da Ampulheta, do Cantar do Galo, pois, as horas e os dias se vão e, diante do “Olho que Tudo Vê”, deixar de fazer um pequeno bem, já é um grande mal. Eterno, somente o Grande Arquiteto do Universo!

Um comentário:

  1. Valéria
    Neste Mundo vasto, fiquei feliz por encontrar suas palavras. Persevere, mesmo quando o caminho do Bem parecer áspero demais. Que o Gr.'.Arch.'. do Un.'. a cumule de bêncção! Sylvio José

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